História

 

No dia 12 de março de 1981, o Ministro de Estado do Trabalho homologou a transformação da Associação Profissional dos Empregados no Comércio de Carazinho para Sindicato. A partir daí, são quase três décadas de muitas lutas e conquistas em prol da comunidade comerciária.

A história da entidade mostra que a união de pessoas transforma sonhos em realidade. Na bagagem destes 27 anos de atividades, não está apenas o crescimento da estrutura física, mas também o desenvolvimento social de uma comunidade trabalhadora.

A amplitude do Sindicato dos Comerciáiros compreende uma sede campestre construída numa área superior a 40 mil metros quadrados, com campos de bola sete, quiosques, praça, quadra de vôlei e parque verde.
Já no centro da cidade, está localizado o prédio com 1.700 metros quadrados, distribuídos em cinco pavimentos.
Neste espaço os pequenos também têm vez através do Centro de Educação Infantil Pequeno Comerciário, onde excelentes profissionais atendem os filhos de comerciários. Através do convênio firmado com o SESC, existe também o “Sesquinho”, direcionado as crianças com idade pré-escolar, de 4 a 6 anos.

O Sindicato atua em 20 municípios da região, sendo que em três deles há subsedes, como é o caso de Soledade, Não-Me-Toque e Espumoso. Na parte social, alem dos convênios com empresas e prestadores de serviços, outros serviços são prestados a comunidade comerciária, como atendimento odontológico, assistência jurídica e convênios com empresas e prestadores de serviços. Promoções como palestras, lazer, esportes e sorteio de prêmios entre os integrantes da categoria comerciária são outro destaque.

“A estrutura do sindicato é a prova de sua grandeza. A categoria comerciária sempre foi, e continuará sendo, formada por pessoas competentes que muito contribuem para o desenvolvimento econômico e social de Carazinho”, avalia o presidente da entidade, Ivomar de Andrade (Tomate).

Luta para o fechamento do comércio aos Domingos em Carazinho

A bandeira erguida pelo Sindicato dos Comerciários de Carazinho na defesa pelo Domingo em família foi iniciada há mais de 20 anos e hoje, segue com a mesma força. Para o presidente da entidade, Tomate, por mais árdua que seja a missão de buscar incessantemente o direto dos comerciários de permanecerem no aconchego de suas famílias aos domingos, a luta continuará acesa aos olhos e coração de quem empunha a bandeira comerciária.

No entendimento do líder sindical, o projeto que proíbe a abertura dos supermercados aos domingos, aprovado por unanimidade de votos do poder Legislativo de Carazinho, é sinônimo de coerência, pois dá oportunidade a trabalhadores comerciários de ocuparem este dia para descanso em companhia de suas famílias.

Esta luta não só ganhou as esferas da justiça como o apoio de todos os segmentos religiosos do município. Como um dia sagrado, de alguns irão preencher o vazio em suas vidas. É preciso lembrar que atrás de um balcão existe um pai e uma mãe que esperam ter uma oportunidade, de nos finais de semana, ter o devido descanso com suas famílias.

Tomate garante ainda, que sempre estará defendendo os integrantes da categoria que representa. “Se domingo fosse dia de trabalho não se chamaria domingo, mas sim segunda-feira. O domingo é dia de trabalhar o afeto, o carinho, o convívio familiar” completa. O descanso aos domingos e feriados é o anseio de milhões de trabalhadores do comércio, que querem apenas o mesmo tratamento dado a outros segmentos, que possuem o direito assegurado de dedicarem os finais de semana ao lazer, a família e aos amigos.

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