‘Democracia está em risco’, diz líder do PSL na Câmara sobre ataque a Bolsonaro

Deputado delegado Francischini visitou o presidenciável, que está internado num hospital de Juiz de Fora após ser esfaqueado em evento na cidade.

O deputado federal Delegado Francischini, líder do PSL na Câmara dos Deputados, visitou o candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro, vítima nesta quinta-feira (6) de ataque com faca em Juiz de Fora, Minas Gerais. O parlamentar disse considerar que “a democracia está em risco” no Brasil.

Já na madrugada de sexta-feira (7), o parlamentar deixou o hospital Santa Casa de Misericórdia, onde está internado Bolsonaro, e declarou que o partido irá exigir uma apuração rigorosa do crime.

“A nossa posição, agora que a saúde de Jair Bolsonaro está estabilizada, é exigir uma investigação. A democracia está em risco em nosso país. Ter diferença de opiniões é uma coisa, partir para definir uma eleição na facada, no tiro, não é a mesma coisa do que o que a gente defende”, disse Francischini.

O deputado, que do hospital seguiria para a delegacia da Polícia Federal na cidade mineira, disse que uma das cobranças será que a Justiça autorize a quebra de sigilos telefônicos dos envolvidos para “identificar se (o crime) é uma a ação individual, orquestrada, ou há algo maior por trás disso”.

Além disso, o parlamentar enfatizou que o autor confesso do ataque, Adelio Bispo de Oliveira, detido na delegacia da PF, não seja solto numa eventual audiência de custódia. Se isso ocorrer, Francischini acredita que ele será morto.

“Colocar na rua esse bandido, ele vai aparecer como mais um morto do sistema. Estou dizendo que ele pode ser morto por pessoas que encomendaram o crime que ele cometeu hoje. Estou dizendo que o Adelio tem que ser protegido pela Polícia Federal porque ele é uma testemunha, e não só o autor de crime. Então, na verdade, eu acho que ele não pode simplesmente sair numa audiência de custódia.”

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