Ciro fala em soltar Lula e colocar juízes ‘na caixinha’; Josué não aceita ser vice de Alckmin.

O Estado de S.Paulo destaca a entrevista do presidenciável Ciro Gomes (PDT) à TV Difusora, no Maranhão, e mostra que o candidato falou em colocar juízes e o Ministério...

O Estado de S.Paulo destaca a entrevista do presidenciável Ciro Gomes (PDT) à TV Difusora, no Maranhão, e mostra que o candidato falou em colocar juízes e o Ministério Público de volta à “caixinha” para restaurar o poder político.

Na entrevista, Ciro afirmou que Lula só sairá da cadeia se ele for eleito. “Só tem chance de sair da cadeia se a gente assumir o poder e organizar a carga”, declarou.

O Estadão lembra que, em maio, Ciro declarou que propor indulto a Lula seria loucura, pois o indulto é usado apenas para os condenados em outras instâncias. “Ciro fala em pôr Judiciário na ‘caixinha’ e soltar Lula”, informa a manchete do Estadão.

Em meio a uma guerra comercial com os Estados Unidos, a China anunciou um pacote de incentivos à sua economia e tranquilizou investidores que estavam preocupados com a desaceleração do crescimento chinês.

O Globo mostra que o Brasil pode ser beneficiado pelo pacote e pela demanda por soja e outras commodities.

A meta para o aumento do PIB chinês ficou em 6,5% e as principais bolsas do mundo fecharam em alta após o anúncio do pacote. “China surpreende e anuncia pacote de estímulo à economia”, sublinha a manchete do Globo.

O Estadão ainda conta, na sua primeira página, que o empresário Josué Gomes da Silva (PR-MG) não aceitou ser o vice de Geraldo Alckmin (PSDB) na disputa pela Presidência da República em outubro.

Depois da negativa de Josué, o DEM ganha forças e pode indicar o nome do vice de Alckmin. Segundo o matutino paulista, o deputado e ex-ministro da Educação Mendonça Filho (DEM-PE) é o mais cotado para a vaga.

A Folha de S.Paulo revela, na sua manchete, que o fim das doações de empresas para campanhas eleitorais vai resultar em um pleito mais modesto do que o de 2014.

De acordo com o jornal, a previsão inicial de todas as campanhas presidenciais juntas chega a R$ 200 milhões em gastos, número que representa 60% do valor usado pela ex-presidente Dilma em sua campanha de 2014.

A Folha explica que, com o fim das doações empresariais, só é possível construir a campanha com repasses do fundo eleitoral, doações de pessoas físicas e autofinanciamento.

“Somadas, campanhas presidenciais custarão 60% de Dilma em 2014”, aponta o título principal da Folha.

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