Presos da Lava Jato não conseguem quitar indenizações. Acampamento lulista é atingido por tiros.

Folha de S.Paulo mostra, na manchete, que muitos condenados pela Operação Lava Jato não têm conseguido benefícios como a progressão de regime pela falta de pagamento da reparação de...

Folha de S.Paulo mostra, na manchete, que muitos condenados pela Operação Lava Jato não têm conseguido benefícios como a progressão de regime pela falta de pagamento da reparação de danos imposta na sentença de condenação.

O matutino explica que a Justiça e o Ministério Público Federal têm rejeitado pedidos como o de sair do regime fechado para o regime semiaberto aos réus que não quitaram as obrigações fixadas na condenação.

O ex-deputado Luiz Argolo, por exemplo, está detido há mais de três anos e ainda não conseguiu autorização para cumprir a pena em regime semiaberto por não ter quitado a reparação de danos de R$ 1,3 milhão. “Reparação de danos é trava para presos da Lava Jato”, mostra a manchete da Folha.

Outro destaque na primeira página da Folha é a notícia sobre duas pessoas feridas após um ataque a tiros contra o acampamento de apoiadores do ex-presidente Lula, em Curitiba.

Um dos atingidos levou um tiro no pescoço. O acampamento fica a menos de 1 km da sede da Polícia Federal, onde Lula está preso. A polícia investiga o caso (veja vídeo divulgado pela secretaria de segurança).

O Estado de S.Paulo dá destaque às eleições de outubro e afirma que três pré-candidatos liberais, que aparecem com 1% das intenções de voto nas pesquisas, disputam o eleitorado evangélico para tentar aumentar suas chances na disputa.

De acordo com o jornal, Henrique Meirelles (MDB), Flávio Rocha (PRB) e Rodrigo Maia (DEM) têm conversado com lideranças evangélicas para alavancar suas campanhas.

Analistas apontam que os eleitores evangélicos somam 39,5 milhões de pessoas. “Candidatos liberais à Presidência disputam eleitorado evangélico”, sublinha o título principal do Estadão.

No título principal, O Globo volta a comentar o depoimento do delator Carlos Miranda, apontado como o operador do esquema de corrupção de Sérgio Cabral.

O matutino destaca que Miranda afirmou ter pago mesada de R$ 30 mil ao ex-secretário de Segurança José Mariano Beltrame entre os anos de 2007 e 2014.

Segundo o delator, o dinheiro era entregue em espécie à esposa de Beltrame, Rita Paes. O ex-secretário nega as acusações. “Beltrame recebeu por mês R$30 mil, afirma delator”, revela a manchete do Globo.

Categorias
Notícias Gerais

Relacionado por

Watch Dragon ball super